De acordo com um estudo da empresa de marketing OTX, sem o termo "Call of Duty" no título de "Modern Warfare 2" faz com que o nível de conhecimento do game caia pela metade.
A companhia diz que fez a pesquisa com um universo "representativo" dos jogadores dos Estados Unidos e chegou a conclusão que 20% deles já ouviram falar do game.
No entanto, até o começo de maio, quando o título ainda era conhecido como "Call of Duty: Modern Warfare 2", esse índice era de 40%. "A associação com a marca 'Call of Duty' essencialmente dobra o índice de conhecimento do game. É um dado extraordinário", disse Nick Williams, autor da pesquisa.
No entanto, a intenção de compra do game está alta, pelo grande apelo mostrado na E3. Atualmente, o título está entre os mais esperados, perdendo apenas para games como "Halo 3: ODST" (X360), "New Super Mario Bros." (Wii), "God of War III", "Final Fantasy XIII" (ambos PS3) e "Assassin's Creed 2" (X360).
Guerra contemporânea
"Modern Warfare 2" acontece alguns anos depois de "Call of Duty 4". Mais uma vez, a instabilidade política dentro da Rússia num futuro próximo ameaça o mundo, na forma de organizações terroristas, como foi visto no primeiro trailer do game. O líder do grupo é Makarov, que vem a ser aliado de Zakhaev, aquele que planejou os ataques nucleares do primeiro "Modern Warfare".
Um dos dois protagonistas do título anterior, John "Soap" MacTravish, foi promovido a capitão da SAS, o grupo militar de elite do Reino Unido. É ele, no comando de um grupo chamado Task Force 141, quem guia o jogador em uma série de missões, que inclui uma escalada a geleiras para invadir uma base russa. Os combates também se estendem ao Afeganistão e até o Rio de Janeiro.
"Modern Warfare 2" está previsto para sair nas plataformas PC, Xbox 360 e PlayStation 3, em 10 de novembro.
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